IBID SC 2030

5.3.2Contratos de Transferência de Tecnologia averbados per capita — cessionário (receptor)

Crítico

Dimensão 5.3 Absorção de conhecimento · Pilar 5 Negócios

Fonte: INPI (dado de 2024) · indicador novo na edição 2025

SC em — edição 2025

Nota de 0 a 1. UFs presentes na base de comparação de SC: líder nacional, estado imediatamente à frente e Paraná (referência da Jornada IBID PR 2030).

Causa raiz

É o maior gap de posição do pilar: SC está na 6ª posição enquanto o PR está na 2ª (atrás apenas de SP, líder). Apesar de SC ter bom desempenho na dimensão Absorção de conhecimento como um todo (2ª posição, puxada pelo indicador de maior peso, 5.3.1, com peso 0,8), no indicador de menor peso (5.3.2, peso 0,2) SC fica atrás mesmo de MG (estado à frente). Isso sugere que a estruturação formal de contratos de licenciamento de tecnologia entre empresas catarinenses e detentores de tecnologia (universidades, outras empresas) é menos desenvolvida do que a capacidade de importar tecnologia embarcada em produtos (5.3.1) [inferência].

O que o Paraná fez

Seção 6.67 (responsável SETI–IEES): Programa Agente Regional de Inovação, que busca fomentar a cultura de inovação e o empreendedorismo, contribuir para o desenvolvimento de CT&I, aumentar a maturidade dos ecossistemas locais de inovação e apoiar o desenvolvimento tecnológico — tendo como um dos indicadores de acompanhamento do próprio programa o número de contratos de transferência de tecnologia.

Ação recomendada para SC

Criar um programa estadual de apoio à formalização de contratos de licenciamento tecnológico entre Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) das universidades catarinenses (UFSC, UDESC, IFSC) e empresas, com suporte jurídico e de trâmite junto ao INPI.

Evidência

Programa Agente Regional de Inovação do PR, citado no relatório, usa esse indicador como métrica de acompanhamento direto. Internacionalmente, o modelo de Technology Transfer Offices (TTOs) universitários dos EUA, fortalecido pelo Bayh-Dole Act, é referência amplamente usada para aumentar contratos de licenciamento [inferência]. --- ## Bloco 3 — Ranking de prioridade do pilar | Indicador | Classificação | Gap com PR (posições) | Potencial de ganho | Ação-chave | Prazo | |---|---|---|---|---|---| | 5.2.2 VAB das atividades científicas e técnicas | PRIORITÁRIO | 1 | Alta | Fortalecer setor de serviços científicos/técnicos de alto valor agregado (BADESC + mapeamento IBGE) | 12 meses | | 5.2.1 Parques tecnológicos em operação | PRIORITÁRIO | 1 | Alta | Certificar/qualificar parques existentes nos critérios MCTI de "em operação" | 12 meses | | 5.3.2 Contratos de Transferência de Tecnologia averbados | CRÍTICO | 4 | Média | Programa estadual de apoio à formalização de licenciamento tecnológico via NITs | 18-24 meses | | 5.1.1 Força de trabalho c/ ensino superior completo | CRÍTICO | 3 | Média | Observatório de egressos + residências técnicas com FIESC/ACATE | 18-24 meses | | 5.1.2 Número de doutores empregados | CRÍTICO | 5 | Baixa-Média | Programa "Doutores na Indústria SC" (bolsas de inserção) | 24+ meses | | 5.1.3 Mestres e doutores titulados (inovação industrial/agrícola) | CRÍTICO | 5 | Baixa | Ampliar mestrados profissionais com foco industrial/agrícola | 24+ meses | | 5.3.1 Importações de alta/média-alta intensidade tecnológica | MANTER | -3 (SC à frente do PR) | Baixa (manutenção) | Monitorar liderança regional; sem ação prioritária | Contínuo |

Responsável institucional: Sebrae SC + NITs universitários (UFSC/UDESC) + escritórios de propriedade intelectual.

Plano de ação

Este indicador ainda não tem plano de ação cadastrado. Os planos cobrem, nesta fase, os 15 indicadores prioritários.