3.3.3 — Participação da capacidade geracional de energia solar e eólica na matriz estadual
CríticoDimensão 3.3 Sustentabilidade · Pilar 3 Infraestrutura
Fonte: EPE (dado de 2024)
SC em 13º — edição 2025
Nota de 0 a 1. UFs presentes na base de comparação de SC: líder nacional, estado imediatamente à frente e Paraná (referência da Jornada IBID PR 2030).
Causa raiz
SC está em 13º (nota 0,0036), valor extremamente baixo em termos absolutos. O estado tem potencial eólico costeiro (litoral norte e sul) e alto potencial de geração solar distribuída, mas não desenvolveu usinas de grande porte, ao contrário do RN (líder nacional, forte em eólica) e do MT (segundo colocado, 0,0046). O Paraná está logo atrás de SC (15º, 0,0028) — ambos os estados são fracos neste indicador.
O que o Paraná fez
ação 6.51 (SEPL/COPEL/SEIL/INVEST PARANÁ, 2026-2030) — "Expandir a geração distribuída solar em edificações e equipamentos públicos", "Estimular projetos de geração solar e eólica associados ao setor produtivo", "Aprimorar o ambiente regulatório estadual para atração de investimentos em geração solar e eólica, em consonância com o PESE-PR 2050" e "Atrair investimentos estruturantes em geração de energias renováveis".
Ação recomendada para SC
criar incentivo fiscal (redução de ICMS) para geração distribuída solar em telhados comerciais e industriais, e viabilizar estudo de viabilidade para parques eólicos costeiros/offshore no litoral catarinense, com apoio de BNDES/BADESC.
Evidência
[inferência] Geração distribuída solar cresce rapidamente sob incentivo de ICMS reduzido, modelo já adotado por diversos estados; RN e BA lideram a matriz eólica nacional com política de atração de investimento estruturada desde os anos 2000. --- ## Bloco 3 — Ranking de prioridade do pilar | Indicador | Classificação | Gap com PR (posições) | Potencial de ganho | Ação-chave | Prazo | |---|---|---|---|---|---| | 3.1.2 Telefone móvel para uso pessoal | PRIORITÁRIO | Empate técnico (0) | Alta | Doação/recondicionamento de smartphones em municípios de menor posse | 12 meses | | 3.2.5 Duração média de interrupção de energia | PRIORITÁRIO | PR à frente por 2 | Alta | Automação de subestações e smart grid da Celesc | 12–24 meses | | 3.2.4 Qualidade das rodovias | CRÍTICO | PR à frente por 7 | Alta | Concessões rodoviárias com metas contratuais de qualidade | 36 meses | | 3.3.1 Emissões de CO₂ per capita | CRÍTICO | PR à frente por 16 | Alta | Selo Clima SC + PSA para pecuária do Oeste | 36 meses | | 3.2.6 Cobertura de dados móveis nas rodovias | CRÍTICO | PR à frente por 8 (gap de nota pequeno) | Média | Troca de ICMS por torres em rodovias sem sinal | 24 meses | | 3.1.4 Velocidade da internet banda larga | CRÍTICO | SC à frente por 6 (mas abaixo do 10º nacional) | Média | Mapeamento de cobertura + incentivo a provedores regionais | 24 meses | | 3.2.2 Acesso à energia elétrica de rede geral | CRÍTICO | SC à frente por 8 (mas abaixo do 10º nacional) | Média | Universalização rural via Celesc | 24–36 meses | | 3.3.3 Energia solar e eólica na matriz | CRÍTICO | SC à frente por 2 (ambos fracos em termos absolutos) | Média | Incentivo fiscal à geração distribuída solar + estudo eólico offshore | 36+ meses | Os demais seis indicadores do pilar (3.1.1, 3.1.3, 3.1.5, 3.2.1, 3.2.3, 3.3.2) estão classificados como MANTER ou MONITORAR — SC já lidera ou está no top 3 nacional na maioria deles, sem risco de retrocesso imediato no horizonte de 2 anos. Destaque para 3.2.1 (acessibilidade ao mercado aéreo), onde SC está a apenas 2 posições do próprio Paraná, que é o líder nacional — oportunidade de médio prazo para assumir a liderança do indicador.
Responsável institucional: SDE + Celesc + SC Parcerias (estruturação de PPPs) + FIESC.
Plano de ação
Este indicador ainda não tem plano de ação cadastrado. Os planos cobrem, nesta fase, os 15 indicadores prioritários.