6.2.3 — Depósitos de patentes em agroindústria per capita no INPI
PrioritárioDimensão 6.2 Impacto do conhecimento · Pilar 6 Conhecimento e Tecnologia · Prioridade 7 de 15 no plano SC 2030
Fonte: INPI (dado de 2022)
SC em 5º — edição 2025
Nota de 0 a 1. UFs presentes na base de comparação de SC: líder nacional, estado imediatamente à frente e Paraná (referência da Jornada IBID PR 2030).
Causa raiz
Gap pequeno, SC na 5ª posição vs. PR na 4ª (0,219 vs. 0,282). SC tem agroindústria forte (proteína animal, alimentos processados), mas a cultura de proteção de propriedade intelectual aplicada a esse setor é menos consolidada que no Paraná, que tem SETI e Fundação Araucária estruturando editais e integração com NAPIs (Núcleos de Apoio à Propriedade Intelectual) especificamente voltados ao agro.
O que o Paraná fez
No indicador 6.72 (SETI), o PR previu: capacitação de pesquisadores do agro em patentes e estratégias de proteção de PI, integrada a parques tecnológicos; programa de proteção de PI voltado especificamente à agroindústria, com apoio ao depósito de patentes; editais de inovação tecnológica agroindustrial com exigência de PI como contrapartida; e indução temática e territorial de P&D via NAPIs, com metas mensuráveis de PI, transferência de tecnologia e publicações.
Ação recomendada para SC
Epagri e NITs universitários estruturarem, em até 12-18 meses, um programa de apoio ao patenteamento agroindustrial com edital dedicado da FAPESC, espelhando o modelo de NAPIs do PR e aproveitando a base já forte de Epagri em P&D agropecuário aplicado.
Evidência
Programa de PI agroindustrial da SETI/Fundação Araucária (PR). [inferência] A Embrapa mantém estrutura nacional de apoio ao patenteamento no agro que pode ser acessada em parceria pela Epagri, sem necessidade de construir capacidade do zero.
Responsável institucional: Epagri + FAPESC + NITs universitários (UFSC/UDESC)
Plano de ação
Este indicador ainda não tem plano de ação cadastrado. Os planos cobrem, nesta fase, os 15 indicadores prioritários.